Da Bolívia e Chile: EUA proíbem entrada a mais de 60 pessoas
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As autoridades dos Estados Unidos anunciaram quinta-feira a proibição de entrada no país de mais de 60 pessoas, incluindo ex-políticos e altos cargos da Colômbia e da Bolívia, no âmbito da campanha da Administração Trump contra a corrupção e o tráfico de droga no continente.
O Departamento de Estado dos EUA informou sobre a restrição de vistos para 21 pessoas da Colômbia, adiantando porque estes "através de atividades de corrupção ou narcotráfico, minam os governos eleitos democraticamente no nosso hemisfério, independentemente da sua afiliação política".
Entre elas estão: o ex-presidente da Ecopetrol, Ricardo Roa, o presidente da câmara de Sincelejo, Yahir Acuña, o senador Wadith Alberto Manzur e a deputada Karen Manrique, que se encontra detida na Colômbia por causa do caso de corrupção da Unidade Nacional para a Gestão do Risco (UNGRD).
Também foram afetados pela medida os ex-senadores Julio Chagui e Liliana Esther Bita, assim como o ex-deputado José Ignacio Mesa Betancurt.
Com o mesmo objetivo, o departamento do Secretário de Estado dos EUA Marco Rubio estendeu estas restrições a outras 40 pessoas, desta vez na Bolívia, entre as quais se encontram os ex-procuradores Juan Lanchipa, Félix Balderas e Armando Rojas, assim como o magistrado Julio César Porras, à frente da Unidade de Substâncias Controladas em Santa Cruz.
Também foram alvos desta medida, relacionados com esta localidade, o presidente do Tribunal Departamental de Justiça de Santa Cruz, Aldo Quezada, o juiz Julio Alba, e o diretor do Serviço Geral de Identificação Pessoal Óscar Ortiz.
Fazem parte desta lista os deputados Rafael López e Rolando Pacheco, o comandante da Polícia de Tarija, Freddy Pereira, a ex-diretora geral de Migração Katherine Calderón e o ex-chefe de Segurança Aeroportuária da Força Especial para Combater o Tráfico de drogas (FELCN) no Aeroporto Internacional de Viru Viru, Fernando Velasco.
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