Grupo britânico recebe luz verde para comprar resort de golfe no Algarve

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                    Grupo britânico recebe luz verde para comprar resort de golfe no Algarve
Grupo britânico recebe luz verde para comprar resort de golfe no Algarve (Foto: Reprodução)

A Autoridade da Concorrência (AdC) deu 'luz verde' à aquisição, pela Flecha Lux 25, sociedade do grupo britânico Arrow, do controlo exclusivo dos ativos relativos à exploração do empreendimento turístico e de golfe Castro Marim Golfe & Country Club, no Algarve.

 

"A AdC adotou uma decisão de não oposição na operação de concentração", de acordo com a nota publicada no site.

Os valores da operação não foram divulgados.

A Flecha Lux 25 é uma sociedade do grupo Arrow, que, em Portugal, está ativo, essencialmente, na gestão de créditos vencidos e de cobrança duvidosa e em investimentos imobiliários, na exploração comercial de marinas e portos de recreio, na produção de pavimentos e revestimentos cerâmicos e na comercialização de mobiliário e equipamentos para a hotelaria.

Na região do Algarve, o grupo Arrow destaca-se sobretudo nas atividades de exploração de empreendimentos de alojamento turístico e campos de golfe, segundo refere a AdC.

A Algarvelux Villages - Exploração Turística é uma sociedade ativa na gestão e exploração turística do aldeamento turístico com 55 unidades de alojamento integrado no empreendimento, ao abrigo de contratos de exploração turística, conforme consta no processo da AdC.

A Algarvelux, Construções e Empreendimentos é descrita como uma sociedade ativa na exploração dos campos de golfe e do clubhouse do empreendimento Castro Marim Golfe & Country Club, na organização de eventos no clubhouse e na exploração do seu restaurante e bar, na prestação de serviços de gestão de alojamento local relativamente a um número limitado de imóveis situados no empreendimento, e na promoção e venda pontual de imóveis integrados no mesmo.

Concorrência não se opõe à aquisição da EGEO pela espanhola Urbaser

A Autoridade da Concorrência (AdC) decidiu não se opor à aquisição da EGEO pela espanhola Urbaser, uma operação que envolve empresas dos setores da gestão e tratamento de resíduos. A decisão foi divulgada hoje no site da AdC, que considerou que a operação não cria entraves significativos à concorrência.

Lusa | 18:17 - 22/10/2026